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Minha obsessão com o trabalho

Minha esposa considerava minha obsessão um problema. Reclamar não adiantou; então ela encontrou outro jeito de chamar minha atenção.
Logo que nos casamos, Norma fez uma descoberta bem desagradável: eu também era casado com a minha profissão. Passava muito tempo no escritório, inclusive à noite e nos fins de semana. Norma ficava sozinha tempo demais na luta com nossos três filhos, cuja energia parecia inesgotável.
Mesmo quando eu estava em casa, ficava pensando no trabalho e assim sobrava pouco tempo para nosso casamento. Com toda razão, Norma me questionava. Dizia que não podia contar comigo nem para cuidar dela nem para ajudar com as crianças. Mas, para mim, não passava de reclamação infundada, que eu ignorava – como fazem muitos homens!
Por isso, imagine qual não foi minha surpresa quando um dia cheguei em casa e notei uma atmosfera calma. Norma exibia uma expressão de paz, não a tensão de sempre. Em vez das esperadas reclamações, conversou tranqüilamente, demonstrando interesse no que tinha acontecido durante o meu dia.
Alguns dias se passaram e nossa casa continuava em paz. Perguntei a ela o que tinha acontecido.
“Cansei de brigar com você”, explicou ela. “Percebi que não estava acreditando que Deus ia cuidar de nosso casamento. Então, resolvi parar de reclamar e comecei a orar. Disse a Deus que gostaria que você passasse mais tempo em casa e me ajudasse a cuidar das crianças. Como ele conhece todas as minhas necessidades, sei que vai fazer todas as mudanças que julgar necessárias”.
Fui convencido na mesma hora. As palavras tranqüilas dela me fizeram olhar para dentro de mim e notar que minhas prioridades estavam erradas.
Um poder maior – Norma percebeu que não conseguiria mudar a situação. Precisava da ajuda de Deus. Então, em vez de reclamar comigo, começou a orar. A mudança imediata na atitude dela me fascinou, e pedi que ela me dissesse como tinha sido exatamente a oração.
Ela contou: “Eu orei: ‘Senhor, sabes que quero ter um bom relacionamento com Gary, e que ele passe mais tempo em casa. Sabes também que não sou fisicamente forte. Estou muito cansada e acho que não vou conseguir sustentar muito tempo mais esse ritmo em que tenho vivido. Estou te pedindo essas coisas porque tu podes resolver tudo. E também podes tirar de mim a vontade de ter Gary em casa. Vou parar de brigar com ele e em vez disso peço que o transformes ou então atenda minhas necessidades de outra forma’”.
Norma deixou de buscar vida em mim e passou a buscar em Deus. Entendeu que eu não só não iria, mas também não podia lhe dar energia, então foi buscar a Fonte da vida.
Alguns podem pensar que Norma apenas disfarçou seu egoísmo quando pediu a Deus para me transformar e deixou de reclamar comigo. Discordo disso. Outros podem achar que eu estava errado – era quem precisava realmente de transformação. Concordo com isso. Mas Norma, por mais elevados que seus desejos fossem, não tinha capacidade para operar mudança em mim. Só Deus poderia fazer isso.
Aconselho as esposas a pedirem a Deus um bom relacionamento com o marido e vice-versa. Esse pedido não é egoísmo. O bom relacionamento não beneficia apenas quem ora, mas sim toda a família, a comunidade cristã e, por fim, a nação e o mundo. Além disso, glorifica ao Senhor, porque um casamento segundo a vontade de Deus é a imagem de nosso relacionamento com Jesus Cristo.
Quando temos o costume de buscar satisfação no mundo, não aprendemos a olhar para Deus como fonte da vida de um dia para outro. Eu e Norma levamos vários anos para olhar para o Senhor como reação natural. E de vez em quando, ainda nos pegamos recorrendo a alguém ou alguma coisa que não seja Deus.
Mas, quando buscamos de verdade nos ligar a Deus individualmente, liberamos em nosso casamento e nossa vida uma força poderosa. Norma me contou como se sentiu feliz ao parar de reclamar e começar a orar pedindo transformação. “Tenho mais energia”, disse ela, “e aproveito mais o tempo que passamos juntos. Isso nunca teria acontecido se eu tivesse continuado a tentar mudar a situação sozinha”.
Gary Smalley, Ph.D, fundou e dirige o Smalley Relationship Center (Centro de Relacionamentos Smalley – www.smalleyonline.com). Escreveu livros como: Entenda melhor seu temperamento (Mundo Cristão), Ela precisa saber (Mundo Cristão), A dádiva da bênção na família (United Press) e Decidindo amar (United Press), entre outras obras.


Não desista jamais do seu casamento

“Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido. E que o marido não deixe a mulher”. (1 Coríntios 7:10-11)


É incrível a maneira direta, clara e objetiva com que DEUS instrui os casais casados nos versículos acima! Entretanto, o que se assiste como realidade dentro das igrejas cristãs são pessoas limitando seus esforços em busca da preservação da família e do casamento e procurando cada vez mais o divórcio como meio de resolução aos seus problemas e à própria felicidade.

Uma certa ocasião ouvi de um pastor evangélico que “ninguém se casa para ser feliz, mas para fazer o outro feliz”. Esse é o maior objetivo do matrimônio. Quando nos esforçamos para fazer o outro feliz automaticamente nos sentiremos felizes e agradamos a DEUS. Mas tratando o casamento agora de uma forma mais realista e menos espiritual, digamos que é muito possível que, em algum tempo, esse esforço seja unilateral, ou seja, só exista em um dos cônjuges. E se isto ocorrer, que atitudes devem ser tomadas? É possível se sentir feliz esforçando-se sozinho pelo bem do casamento?

O fator preponderante para essa situação está no fato de um dos cônjuges ter se afastado de DEUS. Ninguém que esteja na presença do PAI deixa de se esforçar para tornar o seu parceiro feliz e satisfeito. Impossível! Portanto quanto mais distante de DEUS mais a possibilidade de fracassarmos no plano de fazemos o outro feliz. Casal casado deve caminhar junto no crescimento e no amadurecimento espiritual porque, quando vierem as fortes ondas, o matrimônio estará alicerçado e não se desestruturará. Tenho consciência firmada de que essa busca pela presença de DEUS é o remédio inicial para que um casamento supere todas as barreiras e cresça fazendo a diferença em sua geração. Mas é preciso que ao menos um pague o preço em oração e perseverança em prol da vida do outro. Muitas vezes é um preço quase que insuportável, pois recai sobre as emoções o peso do tempo, como um inimigo que insiste em não passar. Uma emoção ferida abala a fé; e uma fé abalada leva ao desânimo e, consequentemente, à vontade de querer o divórcio como o caminho mais simples para se livrar dos problemas e do companheiro problemático. Quais os indícios, no casamento, do distanciamento de DEUS dos dois ou de um apenas? Vou enumerar apenas cinco, que eu considero como os mais urgentes:

1) A oração deixa de existir entre o casal.

2) O carinho, a atenção naufragam e, por conseguinte, a vida sexual também.

3) O casal deixa de ter tempo para compartilhar o lazer.

4) As idas à igreja se tornam cada vez mais raras.

5) As finanças e os objetivos comuns começam a fracassar.

Portanto, você que ainda está casado ou que pensa em se casar fique muito atento a esses pontos.

Por outro lado, algumas perguntas se fazem necessárias: tais problemas são fardos impossíveis de suportar? Eles justificam, diante de DEUS, o querer divorciar-se? Veja o que nos orienta a Palavra de DEUS: “Não veio sobre vós tentação, senão humana. E fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o escape, para que possais suportar” (1 Cor. 10:13); “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3:13); “(o amor) Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Cor. 13:7). Além da busca pela cura espiritual, o cônjuge, quando necessário, deve também buscar apoio de algum especialista, psicólogo ou terapeuta.

Toda vitória passa pela prova do tempo e da perseverança. A Bíblia Sagrada nos dá inúmeros exemplos de homens e mulheres encorajados que superaram situações que pareciam impossíveis, mas que fizeram pelo fato precioso de fazer a vontade dAquele que nos criou. Eram pessoas tão falhas e limitadas quanto você. Portanto, não perseverar, desistir da bênção que DEUS lhe deu, especialmente na vida conjugal, pode custar um preço muito alto. Nenhum problema ou dificuldade, por maiores que pareçam, justificam uma separação ou um divórcio. O próprio Senhor JESUS advertiu se referindo ao casamento: “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que DEUS ajuntou não separe o homem” (Mateus 19:6). Não tente justificar a si próprio ou ao outro o seu fracasso. Antes, lute, ore, colocando diante de DEUS as suas causas porque ELE é Todo Poderoso e Fiel para lhe dar vitória. Mas não desista jamais do seu casamento; não abandone o seu lar nem o seu cônjuge. Cometer erros no casamento significa ferir a aliança que DEUS abençoou. Abandonar o casamento significa quebrar essa aliança. E DEUS não fará nem aprovará uma nova aliança matrimonial com outra pessoa. O principal alvo do diabo e seus anjos é destruir as famílias. A destituição de um casamento representa então cumprir a vontade do maligno.

Embora a possibilidade de divórcio esteja na Bíblia Sagrada, explicada pela dureza do coração dos homens (ref. Mateus 19:8), veja o que DEUS diz sobre esse tema: “Eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos. Portanto cuidai de vós mesmos, e não sejais desleais” (Malaquias 2:16).

Uma mulher cristã foi abandonada pelo marido no Rio de Janeiro e passou mais de 10 anos em oração pela restituição do seu matrimônio. O que leva um ser humano passar por tamanha prova? Só uma coisa justifica: a fé de que DEUS lhe dará vitória. E assim foi feito. DEUS não desampara aqueles que O buscam. O marido voltou para casa, após uma vida degradante e de derrotas. Hoje é pastor e, juntamente com a esposa, lideram uma igreja abençoada.

Em minha família também vi uma prima ser abandonada pelo marido com 2 filhos, numa situação econômica precária, orar insistentemente pela recuperação do marido e do seu casamento. Enquanto muitos familiares a taxavam de louca, esclerosada e adjetivos afins, ela não deixou de olhar para o alvo (JESUS CRISTO). Durante o seu trajeto, viu o marido se prostituir com várias mulheres e enveredar-se no caminho do alcoolismo. Ou seja, tinha todos os motivos para desistir. DEUS o trouxe de volta para casa completamente restaurado. Louvado seja o Teu Santo Nome!


E assim, inspirado nesses dois belíssimos exemplos de fé, oro para que todos os lares sejam restaurados, edificados na Santa Palavra de DEUS, e que os casais caminhem juntos pelas dificuldades em busca de todas as bênçãos que JESUS reservou para aqueles que O amam e obedecem a Sua Santa Palavra.

ESTUDO ELABORADO PELO  PASTOR  FERNANDO CÉSAR 

O caminho mais rápido para o perdão

Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto!
Eles estavam em meu gabinete quando a esposa falou:
‘Eu o perdoaria, bastaria que ele pedisse perdão’.
Ele respondeu: ‘Eu pedi’.
‘Não pediu’.
‘Falei para você que sentia muito’, disse ele.
‘Isso não é pedir perdão’, argumentou ela.
Seus pedidos de desculpas têm caído no vazio? Os pedidos de perdão de seu cônjuge chegam ao seu coração e o motivam a perdoar? Ou você está casado com alguém que raramente pede perdão?
Ainda na infância aprendemos o que significa pedir perdão. Joãozinho empurra Maria na escada e a mãe dele ensina: ‘Peça desculpas’. Ele, então, fala: ‘Desculpa’, mesmo sem achar que precisava ser desculpado. Já adulto, o conceito dele sobre perdão será, provavelmente, dizer: ‘desculpa’. No entanto, Julie, esposa dele, aprendeu a dizer: ‘Eu estava errada. Você pode me perdoar?’. Para ela, é isso que significa pedir perdão. Assim, quando o marido fala o que está acostumado a dizer, ela não entende como um pedido de perdão. Talvez ele tenha sido sincero, mas a sinceridade dele não a atingiu. Depois de dois anos de pesquisa, eu e a Dra. Jennifer Thomas descobrimos que as pessoas têm linguagens diferentes para pedir perdão. Alguém pode ser sincero no pedido e, mesmo assim, não ser entendido como sincero, porque usou a linguagem errada. Descobrimos cinco linguagens diferentes para pedir perdão.
• Expressando arrependimento: ‘Sinto muito’. ‘Sinto-me péssimo porque o que fiz lhe magoou tanto’. Essa linguagem se identifica com as emoções da parte ofendida.
• Aceitando a responsabilidade: ‘Eu estava errado. Identifique seu erro e reconheça sua culpa. Eu não devia ter feito isso. Não há desculpa. O que fiz foi muito errado’.
• Fazendo a restituição: ‘O que posso fazer para compensar meu erro? Como posso recompensá-lo? O que preciso fazer para você voltar a confiar em mim?’
• Arrependimento genuíno: ‘Vou tentar não fazer isso de novo’. O arrependimento não inclui promessas radicais como: ‘Prometo que, se você me perdoar, nunca mais vou fazer isso’. Entretanto, o arrependimento expressa o desejo de mudar o comportamento. ‘Não quero que isso continue acontecendo. Ajude-me a pensar em formas de mudar meu modo de agir’.
• Pedindo perdão: ‘Você pode, por favor, me perdoar?’ Esta linguagem expressa humildade. ‘Sei que não consigo restaurar sozinho nosso relacionamento. Vamos precisar que você seja misericordioso, mas meu desejo sincero é que você me perdoe e que nós possamos prosseguir com nosso relacionamento’.
Analisando a maioria dos pedidos de perdão, percebe-se que quem fala usa apenas uma ou duas das linguagens do perdão. Caso não forem as mesmas usadas pela pessoa ofendida, o pedido soará vazio. Ela pode decidir perdoar, mas continuará com dúvidas quanto à sua sinceridade. Ser sincero não é suficiente.
Para descobrir a linguagem que seu cônjuge mais usa, pergunte: ‘Quando você pede a alguém, o que costuma dizer ou fazer? E quando alguém pede perdão a você, o que você gosta que a pessoa diga ou faça?’.
As respostas a essas duas perguntas provavelmente revelarão a linguagem que ele costuma usar.
Um marido contou: ‘Eu e minha esposa usamos linguagens diferentes. Eu expresso arrependimento. E basta que ela diga que está arrependida e que se sente mal por ter me magoado. Só preciso ouvir isso para ficar pronto para perdoar. Mas não é isso que minha esposa deseja ouvir em um pedido de perdão. Ela quer que eu me mostre disposto a fazer a restituição. Para ela, quando digo: ‘Como posso lhe compensar pelo que fiz?’ é que realmente pedi perdão. Dizer ‘sinto muito’ não é suficiente para ela. Aprender a falar a linguagem do perdão que ela utiliza fez com que o nosso relacionamento melhorasse muito’.
Algumas advertências
Advertência: Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto! Aprender a falar a linguagem do perdão que seu cônjuge utiliza é um tempo bem investido. As barreiras emocionais serão removidas com mais rapidez e de forma mais profunda.
Advertência: Remova, dos pedidos de perdão, a palavra ‘mas’. Dizer ‘Sinto muito, mas se você não tivesse… eu não teria…’ é negar o pedido de perdão. Você acaba jogando sobre o outro a culpa pelo seu comportamento errado. Agora, precisa pedir perdão de novo.
Uma senhora me perguntou: ‘Faz 42 anos que peço perdão a meu marido com a linguagem errada. Você acha que devo mudar agora?’.
‘Nunca é tarde demais para fazer o que é certo’, sugeri.
Um mês depois ela me contou: ‘Comecei a pedir perdão na linguagem que ele utiliza e posso dizer que faz diferença mesmo. Ele tem sorrido mais, e sinto-me mais próxima dele’.
‘Valeu a pena se esforçar para aprender a falar uma nova linguagem do perdão?’, perguntei.
‘Com certeza’, disse ela.
Nunca é tarde demais para aprender.
Eu gostaria que todos os casais tivessem essa mesma atitude.
Gary Chapman, Ph.D., é casado há mais de 45 anos com Karolyn. “Doctor Love” (ou Doutor Amor, como é conhecido nos EUA) já escreveu mais de 15 livros, sendo a grande maioria sobre relacionamento afetivo, o que faz de Chapman um dos maiores autores do mundo no gênero. Seu livro mais conhecido é As cinco linguagens do amor.


O desafio de ser bênção perto

Não seremos uma bênção longe se, primeiramente, não o somos perto. E não há nada mais perto de nós que a nossa família.
O lar é nosso primeiro desafio e onde devemos investir energia, tempo e relacionamento construtivo. Davi é lembrado na história como um líder vitorioso. Venceu o gigante, superou a perseguição de Saul, peregrinou foragido em sua própria terra, refugiou-se na casa de seus antigos inimigos e, na perseverança do Senhor, reinou sobre Israel. Por outro lado, fracassou diversas vezes em casa onde enfrentou adultério, mentira, incesto, competição e trágica rebeldia. Certamente há aqui lições preciosas e uma delas é a necessidade de não perdermos o privilégio de sermos bênção perto, na família.
É mais fácil ser um modelo para as massas que nos veem de longe do que para um único indivíduo que caminha conosco. É mais fácil brilhar em um púlpito do que exercer paciência com a esposa. É mais fácil admoestar uma congregação do que ser modelo para os filhos. Um provérbio chinês nos ensina:
 Antes de começar o trabalho de mudar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa. Não importa o que você diga a seus filhos para fazerem. Eles naturalmente seguirão aquilo que o veem fazendo.
SENDO UM MODELO PARA OS DE PERTO
Ser um modelo para os de perto, portanto, é um dos nossos maiores privilégios e mais intenso desafio. Em Atos 13, encontramos o registro do envio de Paulo e Barnabé pela igreja em Antioquia. Lemos que "servindo eles ao Senhor disse o Espírito Santo...". O verbo "servindo" (leitourgounton) usado no texto aponta para aqueles que serviam ao Senhor como leitourgoi, servos. Havia três formas de "servir" no contexto neotestamentário:
Como
 doulos, o escravo - Nas palavras de Candus, aquele que pessoalmente acompanha o seu Senhor para realizar os desejos do seu coração. Portanto, doulos, no contexto do Novo Testamento, é aquele que tem um compromisso direto com Deus e O serve pessoalmente.
Como
 diakonos, o mordomo - Aquele que serve ao seu Senhor por meio do serviço à comunidade cristã. Nas Escrituras, o termo é usado para os que cooperam para suprir as necessidades do povo de Deus – e, com isto, servem a Deus.
Ou como
 leitourgos, o edificador - O termo, ligado à leitourgia (liturgia), não é restrito como o usamos hoje. Refere-se àquele que serve ao Senhor sendo usado por Ele para abençoar (edificar) o seu irmão. Esta é justamente a raiz do verbo que expressa que Paulo e Barnabé "serviam" ao Senhor. Afirmava, assim, que antes de tudo eles eram abençoadores do Corpo de Cristo em Antioquia.
A primeira característica apontada a respeito destes dois homens que espalharam o Evangelho pela Ásia, Acaia, Macedônia e Galácia não foi a competência intelectual, o título ministerial ou a profundidade teológica, mas sim a fidelidade a Deus sendo uma bênção para os que estavam perto.
Uma aplicação missionária é clara: não envie para longe aqueles que não são uma bênção perto. Aquele jovem que se diz chamado para o ministério, mas não demonstra o caráter de Cristo nem o desejo de servir os que se encontram ao seu redor, fatalmente não será uma bênção longe.
Uma aplicação pessoal é ainda mais inquietante: aquele que não for
 leitourgos – um abençoador – no seu círculo menor de convivência, dificilmente o será em lugares distantes. E não há nada mais próximo de nós do que a nossa família.
Há alguns anos, encontrei-me com um senhor, conhecido preletor sobre famílias nas igrejas de sua região. Era tarde naquela noite e, ao passar rapidamente por um supermercado, eu o percebi empurrando lentamente um carrinho de compras, quase vazio. Ao cumprimentá-lo, notei o seu constrangimento. Rodei por algumas prateleiras buscando o que precisava, mas permanecia incomodado com a impressão de algo estava errado. Voltei a abordá-lo, prolonguei a conversa e passo a passo foi-se criando ali um ambiente propício para um abrir de coração. Após algum tempo, com seu rosto já marcado por expressões de angústia, ele mencionou que a cada dia, ao sair do seu emprego, permanecia ali para deixar o tempo passar. Seu intuito era chegar em casa tarde o suficiente para que esposa e filhos já estivessem deitados. Ao indagar o porquê desta prática ele elevou a voz e desabafou: 'Minha casa é um inferno!' Conversamos, oramos juntos e nos despedimos, deixando um próximo encontro planejado. Segui, porém, com tremenda consciência de nossa limitação humana. Que o Senhor abra nossos olhos para que não ganhemos o mundo e percamos a família.
BUSCANDO O MAIOR INVESTIMENTO
O maior investimento a ser feito na família é o amor. Nada é mais construtivo, poderoso e reparador. Amar – e expressar o amor – pode salvar casamentos perdidos, reconciliar filhos aos pais e reanimar o coração mais desesperado.
Sempre leio com temor os três primeiros versículos do capítulo 13 da primeira carta aos Coríntios. Confrontam minha vida ao afirmar que podemos ter dons espirituais, tamanha fé ou praticar toda sorte de ações sociais, porém, sem amor, nada haverá que, ao fim, possa ser aproveitado: nem sermões bem preparados ou liturgias cúlticas; nem grandes gestos de liderança ou realização pessoal. O amor não é apenas superior aos dons, mas um marcador de quem somos em Cristo. Somos de Cristo quando buscamos amar.
Isto significa que minha vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendo e aceito, nem mesmo pelas experiências de espiritualidade que vivencio, pois, sem amor, serão vazios de significado. Minha vida em Cristo é definida pela presença do amor que não apenas é essencial como também é auto-manifesto. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve neste capítulo que o amor é perceptível, ou seja, ele deixa marcas. Ele é prático, notável e visível e precisa se aplicado de forma vital em cada vida e lar.
Ele é
 paciente, esperando pela hora oportuna para o outro. É benigno, fazendo com que a dor do outro seja também a nossa. Não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo.
Somos naturalmente seres construtores de máscaras e tais máscaras tendem a esconder aquilo que é nitidamente carnal e vergonhoso. Assim, usando máscaras bem elaboradas, podemos falar sobre fé sem de fato crer; pregar contra o pecado sem intimamente repudiá-lo; expor sobre o amor e, na manhã seguinte, irritar o esposo, esposa ou filhos. Gestos de amor provam a nossa verdadeira espiritualidade.
O oposto do amor também é evidente. Uma de suas marcas é a incrível tolerância com nossas próprias fraquezas e grave intolerância com as do próximo. Desta forma, se alguém conversa com formalidade, é antipático, mas se nós o fazemos, somos respeitosos. Se alguém brada ao pregar, está sendo artificial. Se nós bradamos, é sinal de espiritualidade. Se alguém não faz, é preguiçoso, mas se nós não fazemos, somos ocupados. Se alguém contrai uma dívida, é irresponsável. Se nós nos endividamos, é porque recebemos pouco. Se alguém discorda é soberbo, mas se nós discordamos, somos criteriosos. Se alguém critica, ele o faz por estar tomado de inveja ou ciúmes. Se nós criticamos, estamos sendo zelosos. Se alguém repete um sermão, está sendo desleixado, mas se nós o fazemos, Deus quer falar novamente ao seu povo. Se alguém erra, era de se esperar vindo dele. Se nós erramos, errar é humano. Se alguém cai, suas atitudes carnais já indicavam isto. Se nós caímos, o inimigo preparou-nos uma armadilha. Se alguém brinca, está sendo mundano. Se nós brincamos, somos informais. Se alguém ofende ao falar é descontrolado. Se nós o fazemos, somos sinceros. A ausência de amor falsifica a vida cristã, e o lar é o primeiro ambiente aonde tais sinais se manifestam.
Neste mesmo capítulo, percebemos que o amor é um aprendizado. Eu era menino e agora sou homem. Enxergava de forma obscura e agora vejo claramente. Em outras palavras, amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando.
Para amarmos verdadeiramente, devemos pedir o auxílio daquele que é amor. O salmista, no Salmo 119.2, afirma que andará nos caminhos do Senhor quando Ele
 dilatar o seu coração. Precisamos de corações dilatados, abertos, prontos para amar. Peçamos ao Pai, pensando nos cenários diários de nossas vidas e, de forma especial, da nossa família, dizendo: 'ensina-me a amar'.
John Edwards, em seu livro
 Uma fé mais forte que as emoções (Editora Palavra), nos fala sobre a incompatibilidade do amor com as palavras de agressão. Expõe que, para amar, precisamos também nos desapegar daquilo que é incompatível com o amor. Desapego é uma palavra-chave. Jamais amaremos enquanto nossa agenda diária estiver repleta de palavras de ofensa, competitividade, ciúmes, falso zelo, discórdias, comparações desnecessárias, soberba e agressões.
Se a família é um dos maiores privilégios na terra, é também uma das maiores responsabilidades. A Palavra nos adverte que "se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo" (1Tm 5.8). Que o Altíssimo nos ajude para que sejamos sal da terra a luz do mundo, mas também abençoadores para os de perto, especialmente a família.


O Matrimônio Indissolúvel

O Casamento é uma instituição divina >> Gn 2. 18 a 25
O MODELO: Cristo e a Igreja >> Ef 5.22 a 32
As atitudes ou a conduta de cada cônjuge vistas neste texto, provam que é impossível a separação do casal se cada um fizer a sua parte. O mais precioso no entanto é que o MODELO é CRISTO e a IGREJA.
ALGUNS PRINCÍPIOS A SEREM OBSERVADOS
Devemos ler tudo o que a bíblia diz sobre o assunto.
- Não devemos interpretar o que a Bíblia diz, baseado nos casos existentes. A palavra de Deus é absoluta, cada caso deve encaixar-se no que ela diz e não o contrário.
- Os textos claros dão luz aos textos obscuros, por isso analisaremos primeiro os textos claros depois os que requerem interpretação.
LEITURA DOS TEXTOS
Mt 5:31,32; Mc 10:1a12; Lc 16:18; Rm 7:2,3; 1 Co 7: 10a16 ; 1 Co 7:39; Mt 19:1a12
- Vers. 3 > O ataque dos fariseus (não eram bem nascidos) . O propósito aqui é confundir o Senhor e desacreditá-lo diante do povo e assim ter motivos para matá-lo <> Lc 11.53,54 ; Lc 20.20,21. Os fariseus embora mencionem Moysés nesta conversa com Jesus eles na prática não tinham qualquer compromisso com a lei nesta questão do Casamento, pois se divorciavam por qualquer motivo (Ensino de Hillel > queimasse o jantar, muito sal na comida, se não gostasse do seu cabelo, se ela falasse com algum homem na rua etc.). O Rabino Shammai era mais conservador.-
Vers. 4 a 6: Jesus volta ao princípio da criação (o verdadeiro motivo de Deus, muito antes de Moysés ou qualquer outro). Não tendes lido…, desde o princípio…, por esta causa…, de modo que…, portanto. AQUI SE DEPENDESSE DO SENHOR O ASSUNTO ESTARIA ENCERRADO.
Vers 7: Replicaram-lhe: Os fariseus não estavam interessados no plano divino para o casamento mas sim na exceção. Isto acontece com pessoas pecaminosas que querem acomodar suas cobiças e a intenção maligna de seu coração. >>Ver Lc 16. 15 a 18
O QUE DIZ MOISÉS? Dt 22. 13 a 29 ; Dt 24.1 a 4 (Anulação) (Ler Livreto pág. 56) Ver exemplo de José e Maria em Mt 1. 18 a 25 (Não quis denunciá-la publicamente por isso ia deixá-la secretamente.) A EXCEÇÃO DE MOISÉS ERA NO CASO DE RELAÇÕES ANTES DO CASAMENTO (FORNICAÇÃO-PORNÉIA)
Vers. 8 e 9: Por causa da dureza do vosso coração…, entretanto não foi assim desde o princípio. A dureza de coração, caracterizada pela falta de perdão era a única razão para a exceção concedida por Moisés, mas que não deve ser encontrada em nehuma pessoa que se diz discípulo de Cristo, pois temos a mente de Cristo
1 Co 2. 16 . “Aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração. Mt. 11.29. “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Jo 1.17.
A permissão dada por Moisés na verdade era para proteger a mulher, pois era sempre quem levava a pior. A questão tratada aqui é FORNICAÇÃO e não ADULTÉRIO. JESUS NÃO ESTAVA CONTRADIZENDO A JUSTIÇA DA PALAVRA DE MOISÉS E SIM A JUSTIÇA DOS FARISEUS, QUE ERA TENDENCIOSA E MALIGNA.
Vers. 10: Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar. É CERTO QUE ESSES HOMENS ENTENDERAM QUE PARA JESUS O CASAMENTO É INDISSOLÚVEL. A solução dos problemas conjugais não está em um novo casamento, mas no arrependimento e na reconciliação. O RECASAMENTO, fecha a porta para o PERDÃO das ofensas ou desilusões sofridas no casamento e ignora o ensino e a obra de Jesus na cruz. Mt 6.14,15 ; Mt 18.32-35 ; Cl 3.13 ; 2 Co 2.10,11- Consentir com o recasamento da chamada “parte inocente” é fechar-lhe a porta para liberar o perdão e consequentemente para ser perdoada. E quando o infrator (o não inocente) se arrepender e quizer restaurar o seu casamento encontrará sua esposa casada com outro e portanto o arrependimento que experimentou de nada lhe aproveita, a não ser pelo fato de que agora não é mais o infrator e sim a parte inocente, portanto pode casar de novo. MEU DEUS QUE CONFUSÃO, LIVRA-NOS SENHOR! – Vers. 11,12: Nem todos são aptos para receber este conceito… OS EUNUCOS (Ver promessa em Is 56. 4,5)
O ENSINO DE JESUS NOS OUTROS EVANGELHOS
A cláusula de exceção de Mateus, não é encontrada nos outros evangelhos, porque as pessoas a quem foram dirigidos primeiramente desconheciam a lei de Moisés.
MARCOS 10. 2 A 12- Aqui já sem cláusula de exceção pois não era necessária, bastava apenas o verdadeiro ensino de Jesus.
- Não se fala aqui “por qualquer motivo” , mas a resposta não muda.
- Homens e mulheres colocados no mesmo nível de responsabilidade.
- Assim como em Mateus 19 os discípulos voltaram a falar com Jesus sobre o assunto (AGORA EM CASA) tamanho foi o impacto que o ensino do Senhor trouxe.LUCAS 16.18- Jesus não está negociando uma situação sentimental; está sim tratando de um assunto moral
- Jesus não pergunta quem é o culpado, se é ele ou ela, apenas diz quem repudia e casa com outro (a) comete adultério, quem casa com a repudiada (o) comete adultério.
O ENSINO APOSTÓLICO
Romanos 7. 2,3 comparar com 1 Co 7.39
- 1 Coríntios 7. 10 a 15 > Se vierem a separar-se que não se casem com outros, ou que se reconciliem. Não há exceção. O texto mostra que havia irmãos e irmãs casados com incrédulos, pois se haviam convertido nesta situação, pois de outra forma não teriam casado com incrédulos conforme ensino de Paulo em 1Co 7. 39. A separação aqui é permitida quando a iniciativa for do incrédulo mas nunca com segundo casamento.
DEUS ABORRECE O DIVÓRCIO
Malaquias 2. 13 a 16 . “ a mulher da tua aliança (pacto)”
- Ver Provérbios 5. 18,19
ARGUMENTOS MAIS COMUNS PARA O RECASAMENTO
Permanecer como foi chamado: 1 Co 7.17 a 24 . Este texto está tratando de circuncisão e escravidão e está bem de acordo com todo o ensino do apóstolo em todas as suas cartas. Jamais falaria de adultério, pois ai incluiria qualquer outra situação de pecado que a pessoa estivesse quando de sua conversão (homossexualismo, roubo, mentira, idolatria, avareza, bebedice e outros.) Ver 1 Co 6. 9 a 11 e comparar com Atos 17.30 e 31 e Lv 5.17.
“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. 1 Jo 3.9”.
Como admitir que Paulo tenha começado este capítulo condenando o recasamento e o tenha concluído da mesma forma no vers. 39, possa mudar de opinião no meio do capítulo. Ver também no vers. 8 (solteiros e viúvos, nunca divorciados) e no vers. 34 (a viúva, a virgem e a que se casou).- Os mesmos textos acima servem para os argumentos fortes como: Se eu era incrédulo e não conhecia a vontade de Deus como posso agora ser responsabilizado por isso. Além dos textos acima ver Mc. 8.34,35 ; Mc 1. 14,15- Este padrão de Deus para o casamento foi aplicado também em incrédulos, pois não é um padrão pós conversão mas desde a criação. Ver os textos de Mc 6. 16 a 20 e Lc 3. 18 a 20, aqui vemos um homem cheio do Espírito Santo mencionando a verdade de Deus neste assunto bem como a correta interpretação da Lei de Moisés, e aplicando a verdade a um rei perverso e incrédulo. No AT também temos uma situação bem clara em GN 20. 1 a 7
Como no AT os patriarcas tiveram mais de uma mulher?
O único modelo que temos a seguir é Jesus Cristo o Filho de Deus, a graça e a verdade vieram por meio dele. Quanto aos Patriarcas podemos imitá-los em tantas coisas preciosas de suas vidas, mas é certo que não devemos imitá-los em tudo. Ex. Abraão (podemos imitar sua fé e sua obediência a Deus, mas nem um de nós entregaríamos nossa mulher a um Rei perverso só para livrar-se da morte. Uma verdade a respeito de todos os homens do passado é esta “Não há justo, nem um sequer” Rm 3.10. Mas Cristo veio e com ele a verdade se tornou conhecida de todos nós. “ Este é o meu Filho amado em quem me comprazo, a ele ouvi. Mt 17.5
Se alguém está em Cristo é nova criatura: 2 Co 5.17. Este texto examinado a luz do seu contexto (Vers. 14 a 17) não fala outra coisa a não ser que quem está em Cristo é agora uma nova criatura com um novo governo sobre sua vida. Ver também Gl 2. 19 a 21. AGORA ESTAMOS NO REINO DE DEUS.- Essa posição é injusta: Jo 7. 16 a 18
CONSIDERAÇÕES E ESCLARECIMENTOS
Deus permite a um homem divorciar-se de sua mulher e casar com outra, ou a mulher divorciar-se de seu marido e casar com outro? R. Não. Ver Mc 10. 11,12
- A mulher ou o homem repudiado (inocente) pode casar com outro? R. Não. Lc 16.18
- É permitido a alguém casar com uma pessoa divorciada pensando que mesmo sendo adultério é da outra pessoa (a divorciada) e não meu ? R. Não. Lc 16.18 ; Mt 5.32
COMO TRATAR UM CONTATO QUE SABEMOS ESTAR EM ADULTÉRIO
Rm 1.16,17, diz que o evangelho é poder de Deus para salvar e que a justiça de Deus se revela no evangelho. O importante aqui é primeiramente conduzir a pessoa a Cristo, para que ela veja o Senhor, Sua Glória e Seu amor e a partir desta revelação seja então confrontada com o seu pecado. Mencionar experiência que tive com uma pessoa nesta condição.
- Jo 3.16 a 21 > A proclamação do evangelho é que vai definir a atitude do coração do perdido para com Deus. NUNCA PENSE QUE A PALAVRA DO REINO VAI DESTRUIR ALGUÉM OU ALGUMA FAMÍLIA, PORQUE DESTRUIR É OBRA DE SATANÁS. A PALAVRA DO REINO VEM SIM PARA DESTRUIR AS TREVAS.
- Porque não me falaste antes, assim eu não teria continuado o assunto contigo? Não desanimem em ouvir isto, e tampouco agimos errado quando fazemos assim, como também não foi perda de tempo, e, sim nosso empenho para salvar as vidas. HB 4.2. “Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos. Rm 1. 21,22
- NUNCA DESVIE DAS PESSOAS EM ADULTÉRIO E NÃO SUBESTIME O PODER DE DEUS E DE SUA PALAVRA, RESISTA AO ESPÍRITO DE INCREDULIDADE E CONFIE NO SENHOR.
C O N C L U S Ã O
“Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia. Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar. E sei que o seu mandamento é a vida eterna. As coisas, pois, que eu falo, como o Pai mo tem dito,assim falo. Jo 12. 46 a 50″
Por: Moacir Adornes
 

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