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INDEPENDÊNCIA NA MORTE!!

O grito de independência política do Brasil em relação a Portugal se traduz na famosa frase: INDEPENDÊNCIA OU MORTE!!
No casamento lícito (primeiro de ambos) a frase se adaptaria em INDEPENDÊNCIA NA MORTE!!
Só a morte de um cônjuge traz a independência do outro na questão matrimonial.

Hoje, dia 20 de dezembro de 2013, faz 44 anos que Juvenice está dependente de Gilvan, na aliança do casamento; e vice-versa.
Casaram-se há exatos 44 anos.
Esse casal já enfrentou muitas lutas juntos, grandes tempestades: problemas financeiros, traição da parte dele, morte de um dos filhos (assassinado); prisão em presídio do outro filho (o mais novo)... Só para enumerar algumas dessas lutas.
Mas, hoje, podem comemorar 44 anos de convivência.
Há pouco conversei com ela ao telefone (praticamente me viu nascer). Residem em Chã Grande, interior pernambucano.
Apesar de tantos pesares, Juvenice nunca pensou em repudiar o marido, nos momentos de maiores incertezas. E se pensou, não concretizou.
Gilvan fez e aconteceu, pintou o sete. Mas cresceu, amadureceu e teve a sua vida ajustada. E a esposa sempre do lado dele. Orou muito. Orou e esperou pacientemente pelo SENHOR.

Atualmente, qual membro do Ministério, no futuro, poderá comemorar essa Graça do SENHOR, por ter esperado com paciência??
Sabem por que pergunto isso? Porque o tempo de convivência no casamento está diminuindo cada dia mais. Fulano se separou com 5 anos de casado, Beltrano com 3, Cicrano com apenas alguns meses. E a impaciência, a falta de fé, ante o pecado e as falhas do outros, tornam-se cada vez escassas.
As pessoas estão se dando em casamento cada vez mais novas, sem experiência e estrutura para suportar as tempestades.
Antigamente, as pessoas talvez se casavam bem mais novas que as de hoje, mas os conceitos sociais e a educação em relação ao casamento eram outros, bem diferentes.
No passado, ninguém se casava debaixo do estigma “se não der certo, você se separa”. O que se ouvia era “casamento é para toda a vida”.
A base conceitual, predominante no Catolicismo Romano, era bem mais segura, rígida. Os mais antigos tinham grande temor em relação a isso.
Hoje, o quadro é totalmente diferente.
Pessoas se casam novas, e se separam cedo demais. Chamo isso de impaciência e falta de compromisso em relação à aliança, testemunha por DEUS. Para sintetizar: falta de temor. Tudo isso impregnado dos distorcidos conceitos sociais, mundanos, que também fazem parte dos templos protestantes.
Ou seja, quem não é mais católico, e passou para a religião protestante, tem o falso suporte dos seus líderes de que poderão entrar no Céu no segundo, terceiro casamento, que isso não lhes será problema no futuro.
Um católico, que se separa, ainda encontra um apoio de buscar a restauração por parte de um padre (mesmo sem receber a Verdade sobre o Novo Nascimento). O protestante, frequentador de templo, integrante de alguma denominação, logo é incentivado, na maioria das vezes, a arranjar outra pessoa, e recomeçar a vida (e dizem que são nascidos de novo). Conceitos e valores bagunçados e confusos.
Há muitos anos, o Ministério Restaurando Famílias para CRISTO era o único, no Brasil, que ensinava a Verdade sobre casamento cristão, e batia fortemente nessa tecla. Havia apenas um “livrozinho”(escrito assim mesmo no sentido pejorativo), de uma pessoa americana. Um manual famoso, mas cheio de heresias, cujo título era um incentivo às pessoas a lutarem pela restauração. Hoje essa pessoa, que se diz cristã, deve ter se cansado e preferiu enveredar também no segundo casamento. Declaradamente outra escritora famosa, a Stormie (escritora de livros famosos) se orgulha de dizer que o primeiro casamento dela não foi de Deus e que o segundo, sim, foi da vontade do PAI. Vende muitos livros aqui neste mundo. Nenhum desperta interesse do Céu...
No Facebook até encontros perfis voltados especificamente para o tema restauração familiar. Muitos líderes foram convencidos pelo Espírito Santo, através do nosso Ministério; e já ensinam a Verdade.
Os escolhidos ouvirão a Verdade e se converterão.
Os chamados ficarão agarrados à dureza de seus corações e morrerão assim. Querem, a todo custo, agradarem ao seu EU...

A Verdade é que a independência espiritual do escolhido só virá quando a velha natureza dele morrer completamente. Então ele passará a ser a noiva do NOIVO, e se casará com ELE.
Sem a morte total da velha natureza, impossível ao homem adentrar no Reino de DEUS. Por mais títulos, fama, pompas, reconhecimento mundano, que venha a ter da parte dos homens.
É preciso dar o grito de independência em relação ao pecado; e isso só será possível quando matarmos o nosso EU...

É preciso matar, crucificar, renunciar, carregar a cruz e seguir a JESUS...

Para finalizar: minha amada cidade de Olinda, em Pernambuco, hoje amanheceu com o dia muito fechado, mas continua bela como sempre (“Olinda é só para os olhos. Não se apalpa! É só desejo. Ninguém diz ‘é lá que eu moro’; diz somente ‘é lá que eu vejo”).
Um dia, se puderem, venham conhecê-la, e se lembrem de mim...
Ela é realmente linda....

Que a PAZ DE CRISTO seja abundante em sua vida!!

ESTUDO ELABORADO PELO  PASTOR  FERNANDO CÉSAR 

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