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O deserto não é o seu lugar

TODOS NÓS, SERVOS DE DEUS, PRECISAMOS ATRAVESSAR ALGUNS “DESERTOS.”
(Só não podemos morrer de sede lá. Jesus é a fonte de água viva)!!!

“Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. (Oséias 2:14)

Vamos orar para que nós aprendamos muita coisa com o SENHOR (no deserto)… Assim, quando você aprender a DEPENDER mais do nosso Deus, Todo Poderoso, confiando em suas promessas que são mui ricas, E, PRATICANDO A FÉ COM A LEITURA, MEDITAÇÃO E ORAÇÃO DE FÉ, você VENCERÁ, celebrando ao Senhor com alegria porque passou pelo deserto e foi aprovado!

“Senhor, ensina-me a passar por esse deserto sem murmurações, sem desânimo, sem enfermidades na alma. Que, em nome de Jesus, eu aprenda com a Tua Palavra que mesmo que eu ande no meio do nada, o Senhor é e continua sendo o meu TUDO. Que mesmo no meio de sequidão, me sinta seguro e atraído por Ti. Ainda que eu ande pelo vale. Senhor, guia-me continuamente ao caminho das águas tranqüilas, em nome de Jesus, amém!”

Foi Deus quem criou o deserto. É claro que isso teve alguma finalidade.

O deserto recebe quase nada de chuva do céu. Por causa disso, nesse lugar poucas pessoas conseguem tirar daí seu sustento de vida. Há até lugares gelados como o Deserto da Antártida, o maior espaço gelado e desértico da terra, onde também quase não existe queda de água das nuvens. Aproximadamente 20% da superfície da terra são formados por desertos. Não há vegetação rica no deserto para um repouso confortável debaixo de uma árvore, por exemplo. A fauna de um deserto é composta por escorpiões, répteis como serpentes e lagartos e há também insetos. Durante o dia, alguns desertos sofrem a temperatura de até 50 Graus Celsius durante o pico, chegando a gelado zero grau pela madrugada.

Quando estamos num deserto espiritual, temos a tendência de falar muito e ouvir pouco, mas na verdade, nos desertos tangíveis do mundo, o povo que por ali passa com seus camelos precisa proteger o nariz, olhos, boca e ouvidos contra o pó quente e constante que surge em direção ao rosto. Vida no deserto não tem facilidades. É pé na areia quente e sol escaldante sobre ombros e cabeça.

No deserto todos nós somos tentados a desistir, praguejar, murmurar, lamentar, pedir carne e pão ou retornar para o Egito.

No deserto todos nós somos tentados a achar um culpado pelo sofrimento. É que somos injustiçados, às vezes presos nas emoções que nós próprios criamos. Alguns se apaixonam, gostam do seco, e, por lá ficam, experimentando por anos e mais anos o deserto a amargura. A amargura porém é absolutamente inútil para a vida e totalmente útil para a morte.

No deserto somos confrontados em nosso caráter. Será que somos mesmo fiéis? Podemos nos submeter aos desafios?

No deserto aparecem muitas “miragens”, ou seja, “tentações”. Cuidado com as “miragens”!

As miragens do deserto podem destruir a sua vida. Você será tentado a desistir e até a amaldiçoar a terra em que pisa. Cuidado! Foi Deus quem criou o deserto para Ele cumprir os Seus propósitos.

Nós temos que passar também pelo deserto para sermos tentados.

Nessa hora não existe nada melhor do que a PALAVRA DE DEUS!

Foi assim que o nosso Mestre Jesus ensinou: Fuja das miragens! Corra para os conselhos da Palavra de Deus.

Nenhum conselho é maior que o conselho da Palavra de Deus. Nela você não tem dúvidas. Você não se engana;
Não basta apenas ler religiosamente. É necessário tirar um tempo para aprender a ler a Palavra, e extrair dela o máximo possível de conhecimento para você tomar decisões baseadas no espírito.

Na Palavra de Deus nós encontramos conforto e direção.
Medite nela. Grife tudo o que você possa extrair sobre tribulações, sequidão, tempestades, dor ou angústia.
Aprenda com os profetas maiores e menores.
Aprenda com Jesus e os apóstolos.

Paulo foi o homem mais atribulado dos apóstolos para desenvolver o seu ministério. Ele nos deixou um legado de lições sobre como atravessar as tribulações, perseguições, tempestades e secas. O Apóstolo Paulo nos dá uma grande lição: SER CRISTÃO NÃO É FÁCIL! MAS, VALE A PENA!

A igreja moderna costuma relacionar deserto com falta de dinheiro, mas nem sempre o é. Poderá haver sequidão de outras coisas na vida do homem. Há muitos desertos emocionais, nos quais as pessoas não conseguem mais amar, nem deixarem ser amadas. Mas, como disse Davi: O SENHOR É O MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ! (Sl. 23).

Leia as cartas de Paulo e deixa Deus agir poderosamente na sua vida!

“Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”.(Filip 4:12)

Não esqueça de Jesus!

Ele também passou pelo deserto. Mas, havia uma lição para nós: A tentação!

Somente a Palavra de Deus para nos dar a comida e a bebida no deserto emocional, espiritual ou até mesmo financeiro que estivermos passando.
Então, quando você encontrar a direção certa (na Palavra) você vencerá as miragens e será aprovado!

O Deserto é um grande e necessário aprendizado. Mas, ele não serve de justificativa para que nós abandonemos o ministério que Deus tem em nossas vidas!
Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.( Lucas 4:4)

Façamos como Jesus: confronte as propostas maliciosas do deserto com a Palavra de Deus e retornemos para a Casa do Pai.

Então quando você for aprovado e tiver APRENDIDO mais sobre os mistérios de Deus, você vai ter respaldo na Palavra Dele para ENSINAR as outras pessoas em como caminhar no deserto sem nenhuma ferida causada pela prova.

Leia ainda hoje o salmo 23
“Ele me faz repousar em pastos verdejantes”.
Deus abençôe.
Fiquem na Paz.

Seis razões humanas e uma espiritual porque teu cônjuge te deixou

O casamento lícito aos olhos de DEUS tem sido atingido fortemente em sua frágil estrutura e desabado. Abaixo enumerarei seis razões humanas alegadas pelos cônjuges para o abandono do lar. Ao final, você lerá uma espiritual apenas que apagará as seis anteriores.

1) Questões profissionais e financeiras. Quem acha que a desestruturação financeira durante o casamento não pode destruir a convivência conjugal, engana-se. Mas não só isso. Muitos casais antes de se casarem eram pessoas que estavam dentro do mesmo nível profissional e financeiro. Durante a vida de casados, geralmente, um se destaca mais que o outro nessas áreas: esforça-se mais, estuda, faz cursos preparatórios, concursos, alcança uma colocação profissional e financeira melhor, enquanto o outro fica estacionado no tempo, na mesma realidade antes do casamento. Entre o casal, logo surge uma disparidade notória. Aquele que cresceu vai conhecer novas pessoas do mesmo nível que ele e, de certa maneira, se sentirá atraído por elas. Essa visão tem sido causa de destruição de muitas famílias.

2) Desenvolvimento intelectual. Junte ao item anterior, o bom desenvolvimento intelectual: dedicação aos estudos, leitura, cursos preparatórios até chegar à Universidade e atingir níveis intelectuais maiores. A vida universitária, que deveria ser boa e promissora em todos os aspectos, tem sido uma brecha enorme para a destruição espiritual de muitos que se dizem cristãos, que não vigiaram, e também destruição de suas famílias. A influência maligna é constante e poderosa. Somente uma pessoa verdadeiramente firmada em DEUS vai conseguir ultrapassar todas as etapas universitárias mantendo a integridade do caráter.

3) Compostura física. Na época de namoro, noivado e nos primeiros meses de casamento, ela, fisicamente, tinha um corpo de princesa aos olhos dele. Ia para academias e fazia caminhadas constantes. Mantinha uma estrutura corpórea que muito o agradava. Cuidava do físico e da saúde. Depois de pouco tempo de casados, começou a relaxar: tornou-se gorda demais, próximo à obesidade (sem que essa alteração física tenha ocorrido por causa de alguma doença, mas por relaxamento mesmo); e com a saúde extremamente fragilizada. Por mais que ele advertisse-a para a mudança, ela não deu a devida atenção. Então cansado por não ver reações da parte dela, decidiu sair de casa. O diabo o apresentou a uma mulher fisicamente exemplar com a qual vive até hoje.

4) Desenvoltura sexual. Parece absurdo o que vou dizer, mas parece que muitos cônjuges, depois de muitos anos de casamento, desaprenderam a fazer sexo e perderam a atração sexual pelo outro. Simplesmente esfriaram. No começo os dois eram como duas chamas acesas. Depois, vieram filhos, trabalho, preocupações diárias, esgotamento físico e mental, e o desejo sexual pelo outro morreu. Acostumaram-se a ter sexo uma vez por semana, depois a cada 15 dias, depois mensalmente, chegando, em alguns casos, a meses de abstinência sexual. Ou seja, satanás já se apoderou do casamento de ambos, como bem escreveu o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 7:3-5. A separação e o divórcio é só uma questão de tempo. Muitos já abandonaram as suas famílias e o casamento por conta da insatisfação sexual. E, embora a área sexual seja um tabu para muitos, é preciso ir atrás de ajuda com profissionais especializados, terapeutas sexuais cristãos, se possível. Para todo mal, há remédio. O importante é detectar o problema no começo, antes que ele cresça, sufoque e mate a esperança do casal. A humildade de ambos ajudará a reencontrar o caminho da felicidade sexual. O sexo deve ser prioridade na vida de um casal licitamente casado aos olhos de DEUS.

5) Mulheres relapsas, relaxadas, irresponsáveis x Maridos preguiçosos. O cidadão namorou, noivou e se casou com uma mulher extremamente relaxada e irresponsável. Desde a solteirice, ela não arrumava o quarto, deixava as roupas sujas espalhadas, gostava de bater pernas com as amigas. Mas, porque era muito bonitinha, ele se apaixonou e com ela chegou a casar. No casamento, ela não mudou. Continuou a mesma com os mesmos vícios terríveis. Depois de um dia exaustivo de muito trabalho, ele chegou e encontrou a casa bagunçada. Também não tinha comida pronta e nem as roupas ela colocou para lavar. Qual marido vai suportar conviver até a morte com uma esposa assim? Ela só dará certo na convivência com um homem relaxado que nem ela. Há casos também em que a esposa até excede em seus afazeres domésticos: conserta os vazamentos, os problemas elétricos, corta as gramas do jardim, e o marido, além de acordar tarde, fica deitado, vendo TV até longas horas. É mais preguiçoso que o bicho preguiça. Qual esposa conseguirá conviver até a morte com um marido assim? Em ambos os casos, a separação e o divórcio serão muito prováveis.

6) Caráter rixoso dela e traições constantes dele. A esposa é pior que uma víbora: rixosa, briguenta, violenta e agressiva. O marido tem um coração mais sujo que uma pocilga, dado ao adultério. Conviver com uma esposa rixosa e com um marido com sérios problemas de adultério é morte espiritual na certa. Ninguém suporta conviver até a morte com pessoas com esses problemas comportamentais. Nem um robô conseguiria. O resultado de tudo isso também e infelizmente (ou felizmente para muitos) será a separação e o divórcio.

Agora abordarei uma só razão espiritual, que está acima de todas as demais anteriores, pois ela é mais importante e correta de todas.

1) Falta de amor verdadeiro, de temor e da presença de DEUS na vida. O amor talvez seja a palavra mais falada quando se está na fase de namoro, noivado, próximo do casamento e durante a celebração deste. Mas uma verdade aprendi na vida: ninguém ama traindo, mentindo, sendo rixosa, relaxada, irresponsável, fazendo com que crescimento profissional, intelectual e financeiro interfiram no casamento; deixando de cumprir os deveres domésticos e conjugais. Podem dar qualquer outro nome a esses comportamentos vergonhosos, menos o AMOR. Quem ama sente a irrefreável vontade de agradar o outro em tudo, sendo sincero com ele e respeitando-o. Ama-se verdadeiramente o próximo porque o AMOR de Deus chegou antes à alma e ao coração de quem ama. É por isso que, junto ao AMOR, vem a capacidade infinita de suportar, de crer, de esperar, de perdoar e de buscar soluções para os problemas que ora surgiram. Quem ama nunca pensa em abandonar o barco do casamento. Porque compreende que aquele barco fora construído a partir de uma aliança maior, uma testemunha maior, um Amor maior. Embora muitos cônjuges possam estar certos em suas justificativas humanas dos casos anteriores citados, só há uma justificativa correta e coerente para uma separação e um divórcio: AUSÊNCIA DE CONVERSÃO A DEUS. Mas o cônjuge não convertido ainda, que causou o mal da destruição familiar, não poderá ser abandonado, desprezado por isso. É uma vida a ser investida em oração, jejum e perseverança. Quero que, em amor, você entenda isso: Nós somos tão terríveis para DEUS quanto esse cônjuge foi para você quando buscou a separação e o divórcio e foi se casar com outra pessoa. E ele é tão dependente das misericórdias e do Amor de DEUS, quanto nós, que nos consideramos santos demais, também somos. O SENHOR DEUS não nos despreza por causa dos nossos erros constantes; por isso também não devemos desprezá-lo, especialmente quando se tem uma aliança de casamento. O amor de um casal está relacionado ao AMOR de CRISTO com a Sua igreja (Efésios 5:22-33)

Viva essa verdade e o SENHOR DEUS te honrará abundantemente!

FERNANDO CÉSAR – Escritor, autor dos livros “Não Mude de religião: mude de vida!”, “Pódio da Graça”; “Antes que a Luz do Sol escureça” e da coleção “Destrua o divórcio antes que ele destrua seu casamento”, “Destrua o adultério antes que ele destrua seu casamento”, “Destrua a insubmissão antes que ela destrua seu casamento”. Também é pastor e líder do Ministério Restaurando Famílias para Cristo.
 

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