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É errado que um casal tenha relações sexuais apenas por prazer?

Quase um livro inteiro do Antigo Testamento é dedicado ao tema da paixão e do sexo por prazer. Cantares de Salomão é tão detalhado em sua intenção do prazer sexual no casamento que alegorias foram utilizadas para amenizá-lo, e os meninos hebreus não podiam lê-lo até completarem 12 anos, quando se tornavam homens. Deus claramente teve a intenção de que o sexo no casamento fosse prazeroso. Primeiro Coríntios 7:3-5 fala sobre não se abster do sexo no casamento: "O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência." 

Os sentimentos de desejos sexuais e prazer durante o sexo foram criados por Deus e o casamento foi criado, em parte, para satisfazê-los. O que Paulo está dizendo é que devemos direcionar esses sentimentos apenas ao nosso cônjuge, no nosso próprio casamento, e a ninguém mais. Note que Paulo diz que se um dos parceiros não estiver satisfazendo as expectativas do seu cônjuge, seja por prazer ou tempo, então ambos precisam trazer esse problema diante de Deus para que um não tente encontrar satisfação fora desse relacionamento conjugal. Devido à existência da pornografia e à perversão do sexo ao longo dos anos, muitas pessoas (especialmente os cristãos) passam a ter a ideia de que o sexo prazeroso é errado. Às vezes, nós nos esquecemos de que Deus nos formou para o sexo e criou as suas emoções; o prazer foi a Sua intenção. Não devemos permitir que Satanás e suas mentiras nos impeçam de desfrutar os nossos cônjuges, e não devemos cair na falsificação do prazer sexual que o mundo oferece. O prazer de Deus é real e satisfatório; o de Satanás é falsificado e vazio.

O que significa estar em jugo desigual?

A frase "jugo desigual" vem de 2 Coríntios 6:14: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?"

Um jugo é uma barra de madeira que une dois bois um ao outro e à carga que puxam. Uma junta em "jugo desigual" tem um boi mais forte e um mais fraco, ou um mais alto e um mais baixo. O boi mais fraco ou mais baixo anda mais lentamente do que o mais alto ou mais forte, fazendo com que a carga se mova em círculos. Quando os bois estão em jugo desigual, eles não podem executar a tarefa que está diante deles. Em vez de trabalhar juntos, estão em desacordo um com o outro.

A admoestação de Paulo em 2 Coríntios 6:14 faz parte de um discurso maior à igreja de Corinto sobre a vida cristã. Ele desencorajou-os de estar em uma parceria desigual com os infiéis porque os crentes e descrentes são opostos, assim como a luz e as trevas são opostos. Eles simplesmente não têm nada em comum, assim como Cristo não tem nada em comum com o "Maligno", uma palavra hebraica que significa "inutilidade" (v. 15). Aqui Paulo a usa para se referir a Satanás. A ideia é que o mundo pagão, mau e descrente é regido pelos princípios de Satanás, e que os cristãos devem se separar desse mundo perverso, assim como Cristo era separado de todos os métodos, objetivos e planos de Satanás. Ele não teve nenhuma participação neles e nem formou nenhuma união com eles – assim deve ser com os seguidores de um em relação aos seguidores do outro. A tentativa de viver uma vida cristã com um não-cristão como um amigo e aliado próximo só nos fará andar em círculos.

O "jugo desigual" é muitas vezes aplicado a relações comerciais. Para um cristão entrar em uma parceria com um incrédulo é cortejar o desastre. Eles têm cosmovisões e morais opostas, e as decisões de negócios que devem ser feitas diariamente vão refletir um ou o outro. Para a relação funcionar, um ou outro tem de abandonar o seu centro moral e avançar em direção ao do outro. Mais frequentemente do que não, é o crente que se vê pressionado a deixar os seus princípios cristãos para trás por causa do lucro e do crescimento do negócio.

É claro que a aliança mais próxima que uma pessoa pode ter com outra é encontrada no casamento, e é assim que a passagem é geralmente interpretada. O plano de Deus é para que um homem e uma mulher se tornem "uma só carne" (Gênesis 2:24) - uma relação tão íntima que um literal e figurativamente se torna parte do outro. Unir um crente com um incrédulo é, em sua essência, unir opostos, o que contribui para uma relação muito difícil.

O que a Bíblia diz sobre o casamento gay/homossexual?

Embora a Bíblia se refira à homossexualidade, ela não menciona explicitamente o casamento gay/homossexual. É claro, porém, que a Bíblia condena a homossexualidade como um pecado imoral e antinatural. Levítico 18:22 identifica o sexo homossexual como uma abominação, um pecado detestável. Romanos 1:26-27 condena os desejos e ações homossexuais como sendo vergonhosos, não naturais, lascivos e indecentes. Primeiro Coríntios 6:9 afirma que os homossexuais são iníquos e não herdarão o reino de Deus. Já que ambos os desejos e ações homossexuais são condenados na Bíblia, é evidente que os homossexuais "se casando" não é a vontade de Deus, e seria, de fato, pecaminoso.

Sempre que a Bíblia menciona o casamento, é entre um homem e uma mulher. A primeira menção de casamento, Gênesis 2:24, descreve-o como um homem deixando seus pais e se unindo à sua mulher. Em passagens que contêm instruções sobre o matrimônio, como 1 Coríntios 7: 2-16 e Efésios 5:23-33, a Bíblia identifica claramente o casamento como sendo entre um homem e uma mulher. Biblicamente falando, o casamento é a união de um homem e uma mulher por toda a vida, primeiramente para o propósito de construir uma família e proporcionar-lhe um ambiente estável.

A Bíblia, no entanto, não é o único argumento a favor dessa compreensão do casamento. O ponto de vista bíblico do matrimônio tem sido o entendimento universal em cada civilização humana na história mundial. A história argumenta contra o casamento gay. A psicologia secular moderna reconhece que homens e mulheres são psicologicamente e emocionalmente concebidos para complementar um ao outro. Em relação à família, os psicólogos afirmam que uma união entre um homem e uma mulher em que ambos os cônjuges servem como bons modelos de gênero é o melhor ambiente para se criar filhos bem ajustados. A psicologia argumenta contra o casamento gay. Na natureza, quer dizer, fisicamente falando, os homens e mulheres foram claramente projetados para se "encaixarem" sexualmente. Com o objetivo "natural" da relação sexual sendo a procriação, é óbvio que apenas uma relação sexual entre um homem e uma mulher pode cumprir esta finalidade. A natureza argumenta contra o casamento gay.

Assim, se a Bíblia, a história, a psicologia e a natureza juntamente defendem o casamento sendo entre um homem e uma mulher, por que há uma tão grande controvérsia hoje? Por que aqueles que se opõem ao casamento gay/entre o mesmo sexo são rotulados como odiosos e fanáticos intolerantes, independentemente do quão respeitosamente a sua oposição seja apresentada? Por que é que o movimento pelos direitos dos homossexuais estão tão agressivamente forçando o casamento gay quando a maioria das pessoas, religiosos e não-religiosos, apoiam, ou pelo menos não se opõem, os casais gays tendo todos os mesmos direitos legais que os casais com alguma forma de união civil?

A resposta, de acordo com a Bíblia, é que todos inerentemente sabem que a homossexualidade é imoral e antinatural, e a única maneira de suprimir este conhecimento inerente é através da normalização da homossexualidade e do ataque a toda e qualquer oposição. A melhor maneira de normalizar a homossexualidade é colocando-a no mesmo patamar que o casamento entre um homem e uma mulher. Romanos 1: 18-32 ilustra isso. A verdade é conhecida porque Deus a tornou clara. A verdade é rejeitada e substituída por uma mentira. A mentira é então promovida, suprimida e atacada. A veemência e raiva demonstradas por muitos no movimento dos direitos dos homossexuais a qualquer um que se oponha a eles são, de fato, uma indicação de que sabem que a sua posição é indefensável. Tentar superar uma posição fraca aumentando a sua voz é o truque mais velho no livro de debate. Talvez não haja uma descrição mais precisa da agenda moderna dos direitos dos homossexuais do que Romanos 1:31: "são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis."

Sancionar o casamento gay/entre o mesmo sexo seria dar aprovação ao estilo de vida homossexual, o que a Bíblia claramente e consistentemente condena como um pecado. Os cristãos devem manter-se firmes contra a ideia do casamento gay/homossexual. Além disso, há fortes argumentos lógicos contra o casamento gay que podem ser tirados de contextos completamente separados da Bíblia. Uma pessoa não tem que ser um cristão evangélico para reconhecer que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Segundo a Bíblia, o casamento foi instituído por Deus para ser entre um homem e uma mulher (Gênesis 2: 21-24; Mateus 19: 4-6). O casamento gay é uma perversão dessa instituição sagrada do casamento e uma ofensa ao Deus que o criou. Como cristãos, não devemos tolerar ou ignorar o pecado. Ao contrário, devemos compartilhar o amor de Deus e o perdão dos pecados que está disponível para todos, inclusive os homossexuais, por meio de Jesus Cristo. Devemos falar a verdade em amor (Efésios 4:15) e lutar pela verdade com "mansidão e respeito" (1 Pedro 3:16). Como cristãos, quando defendemos a verdade e isso resulta em ataques pessoais, insultos e perseguição, devemos nos lembrar das palavras de Jesus: "Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes me odiou. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia" (João 15:18-19).

Quem é Jesus Cristo?

Bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos. O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom mestre ou homem piedoso.

C.S. Lewis, em seu livro Mero Cristianismo, escreve o seguinte: “Tento aqui impedir que alguém diga a grande tolice que sempre dizem sobre Ele [Jesus Cristo]: ‘Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre em moral, mas não aceito sua afirmação em ser Deus.’ Isto é exatamente a única coisa que não devemos dizer. Um homem que foi simplesmente homem, dizendo o tipo de coisa que Jesus disse, não seria um grande mestre em moral. Poderia ser um lunático, no mesmo nível de um que afirma ser um ovo pochê, ou mais, poderia ser o próprio Demônio dos Infernos. Você decide. Ou este homem foi, e é, o Filho de Deus, ou é então um louco, ou coisa pior... Você pode achar que ele é tolo, pode cuspir nele ou matá-lo como um demônio; ou você pode cair a seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não vamos vir com aquela bobagem de que ele foi um grande mestre aqui na terra. Ele não nos deixou esta opção em aberto. Ele não teve esta intenção.”

Então, quem Jesus afirmou ser? Segundo a Bíblia, quem foi? Primeiramente, vamos examinar as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro momento, pode não parecer uma afirmação em ser Deus. Entretanto, veja a reação dos judeus perante Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam o que Jesus havia dito como uma afirmação em ser Deus. Nos versículos seguintes, Jesus jamais corrige os judeus dizendo: “Não afirmei ser Deus”. Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: "Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Outro exemplo é João 8:58, onde Jesus declarou: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras para atirar em Jesus (João 8:59). Ao anunciar Sua identidade como “Eu sou”, Jesus fez uma aplicação direta do nome de Deus no Velho Testamento (Êxodo 3:14). Por que os judeus, mais uma vez, se levantariam para apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que creram ser uma blasfêmia, ou seja, uma auto-afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que “o Verbo era Deus”. João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne”. Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu! (João 20:28). Jesus não o corrige. O Apóstolo Paulo O descreve como: “...grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13). O Apóstolo Pedro diz o mesmo: “...nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pedro 1:1). Deus o Pai também é testemunha da completa identidade de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:8). No Velho Testamento, as profecias a respeito de Cristo anunciam sua divindade: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Então, como argumentou C.S. Lewis, crer que Jesus foi um bom mestre não é opção. Jesus claramente e inegavelmente se auto-afirma Deus. Se Ele não é Deus, então mente, conseqüentemente não sendo também profeta, bom mestre ou homem piedoso. Tentando explicar as palavras de Jesus, “estudiosos” modernos afirmam que o “Jesus verdadeiramente histórico” não disse muitas das coisas a Ele atribuídas pela Bíblia. Quem somos nós para mergulharmos em discussões com a Palavra de Deus no tocante ao que Jesus disse ou não disse? Como pode um “estudioso” que está 2000 anos afastado de Jesus ter a percepção do que Jesus disse ou não, melhor do que aqueles que com o próprio Jesus viveram, serviram e aprenderam (João 14:26)?

Por que se faz tão importante a questão sobre a identidade verdadeira de Jesus? Por que importa se Jesus é ou não Deus? O motivo mais importante para que Jesus seja Deus é que se Ele não é Deus, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21). Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nossa dívida. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A Salvação está disponível somente através da fé em Jesus Cristo! A natureza divina de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação. A divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Por que eu não devo cometer suicídio?

O meu coração compreende aqueles que têm pensamentos de terminar com suas próprias vidas através do suicídio. Se isto ocorre com você agora, deve haver muitas emoções, como sentimentos de desesperança e desespero. Você pode ter a sensação de estar no mais fundo dos poços, e duvida que haja algum raio de esperança de que as coisas possam melhorar. Ninguém parece se importar ou entender o que está acontecendo. A vida simplesmente não vale a pena ser vivida... ou será que vale?

Muitos, uma hora ou outra, experimentam emoções debilitantes. As perguntas que vinham à minha mente quando eu estava em um poço emocional eram: “De alguma forma, há a chance de isso ser da vontade de Deus, que me criou?” “Será que Deus é pequeno demais para poder me ajudar?” “ Será que meus problemas são grandes demais para Ele?” 

Fico feliz em dizer que se você deixar que Deus verdadeiramente seja Deus em sua vida agora, Ele provará o quão grande realmente é! “Porque para Deus nada é impossível” (Lucas 1:37). Talvez cicatrizes de sofrimentos passados tenham causado um ameaçador senso de rejeição ou abandono. Isto pode levar à auto-piedade, raiva, amargura, pensamentos ou caminhos de vingança, medos doentios, etc., que vêm causando problemas em alguns de seus mais importantes relacionamentos. Entretanto, o suicídio apenas serviria para trazer devastação aos que você ama e nunca teve a intenção de ferir. Essa devastação causaria feridas emocionais com as quais teriam de lidar pelo resto de suas vidas.

Por que você não deve cometer suicídio? Amigo, não importa quão más as coisas possam estar em sua vida, há um Deus de amor que está esperando que você o deixe guiá-lo através de seu túnel de desespero, e saindo dele, indo em direção a Sua maravilhosa luz. Ele é sua esperança certa. Seu nome é Jesus.

Este Jesus, o Filho de Deus, sem pecado, se identifica com você nos seus momentos de rejeição e humilhação. De Jesus escreveu o profeta Isaías: “Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras (chicotadas) fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (Isaías 53:2-6). 

Amigo, tudo isto Jesus Cristo suportou para que você pudesse ter todos os seus pecados perdoados! Qualquer que seja o peso de culpa que você vem carregando, saiba que Ele perdoará se você humildemente se arrepender (se voltar para Deus, abandonando seus pecados). “E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Salmos 50:15). Nada do que você possa algum dia ter feito é tão ruim que Jesus não perdoe. Alguns de Seus servos mais seletos da Bíblia cometeram pecados horrendos, como assassinato (Moisés), adultério (Rei Davi), e abuso físico e emocional (o apóstolo Paulo). Ainda assim, encontraram perdão e uma vida nova e abundante no Senhor. “Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado” (Salmos 51:2). “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17).

Por que você não deve cometer suicídio? Amigo, Deus está pronto para consertar o que está “quebrado”... especificamente, a vida que você tem agora, à qual você quer dar um fim através do suicídio. O profeta Isaías escreveu: “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos (...) a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes (...) que se lhes dê glória (coroa de beleza) em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado” (Isaías 61:1-3).

Venha a Jesus, e deixe que Ele restaure sua alegria e valor enquanto confia nele para começar uma nova obra em sua vida. “Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor. Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (Salmos 51:12, 15-17).

Você quer aceitar o Senhor como seu Salvador e Pastor? Ele guiará seus pensamentos e passos, um dia de cada vez, através de Sua Palavra, a Bíblia. “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos” (Salmos 32:8). “E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; e o temor do Senhor será o seu tesouro” (Isaías 33:6). Mesmo estando em Cristo, lutas existirão, mas você, agora, terá ESPERANÇA. Ele é “um Amigo mais chegado que um irmão” (Provérbios 18:24). Que a graça do Senhor Jesus esteja com você em sua hora de decisão.

Se você deseja confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, diga estas palavras a Deus, em seu coração. “Deus, eu preciso de Ti em minha vida. Por favor, perdoa-me por tudo o que eu fiz. Eu coloco minha fé em Jesus Cristo e creio que Ele é meu Salvador. Por favor, limpa-me, cura-me, e restaura minha alegria de viver. Agradeço por Seu amor por mim e pela morte de Jesus em meu lugar.”

Se um casal engravida antes do casamento, eles têm que se casar?

O sexo antes do casamento tornou-se tão comum em nossa sociedade, até mesmo ao ponto de ser esperado, que muitos cristãos professos não mais o consideram um pecado. Nossa cultura supõe que as pessoas não possuem a quantidade de auto-controle necessária para se abster até o casamento, então a ideia tornou-se irrealista. A Palavra de Deus não muda, no entanto, e a Bíblia nos diz que o sexo fora do casamento é imoral (Mateus 15:19, 1 Coríntios 6:9, 6:13, 7:2, 2 Coríntios 12:21, Gálatas 5:19, Efésios 5:3).
Qualquer pessoa que tenha se tornado um cristão nascido de novo ao colocar a sua fé e confiança em Cristo já não pertence a si mesma. I Coríntios 6:18-20 diz: "Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo."

Desconsiderar o plano de Deus para o casamento, sexo e família sempre resulta nestes tipos de consequências espirituais ou físicas: entristecer o Espírito Santo (Efésios 4:30), culpa, vergonha, arrependimento, perda de respeito por si e pelos outros, divisão em famílias e entre os crentes, pobres exemplos, dor para futuros cônjuges, gravidez indesejada, aborto e doenças sexualmente transmissíveis. Deus quer que o sexo seja uma expressão íntima de amor e compromisso e deve ser compartilhado apenas entre marido e mulher. Sexo só pelo seu prazer físico danifica a nossa espiritualidade e nos afasta da comunhão com Deus.

Qualquer um que tenha cometido o erro de ter relações sexuais fora do casamento pode ser perdoado, mesmo se o erro resultar em uma gravidez não planejada. Primeira João 1:9 diz: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." Isso não quer dizer que Ele vai apagar as consequências das nossas ações, mas podemos ser restaurados espiritualmente se confessarmos e nos arrepender dos nossos pecados. Isto significa afastar-nos dos nossos pecados e fazer o compromisso de amar e servir a Cristo.

Há alguns casos em que se casar antes de o bebê nascer seria sábio. Se um casal comprometido que já estava planejando se casar comete fornicação que resulta em gravidez, casar-se antes do nascimento provavelmente seria mais fácil para a família e para a criança. Entretanto, se um casal não comprometido cometer o mesmo pecado, casar-se não vai corrigir o erro aos olhos de Deus. Em tal situação, casar-se só irá colocá-los rumo ao fracasso conjugal. A Bíblia não instrui as pessoas a respeito de se devem ou não se casar sob estas circunstâncias, embora ambos os pais ainda sejam obrigados a apoiar a criança emocional, espiritual e financeiramente.

Nenhum de nós é justificado diante de Deus por meio de obras. Somos salvos pela fé, confiando em Jesus Cristo para nos salvar dos nossos pecados. A Bíblia diz: "porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23). Deus não quer que tentemos consertar os nossos erros nós mesmos; Ele quer que entreguemos a Ele o nosso coração. Ao abrir mão de nossa própria vontade e submeter-nos à soberania de Deus, podemos ter a certeza de uma vida plena na terra e um lugar no céu por toda a eternidade. 
 

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